Termas de Chaves promovem encontro científico sobre benefícios da Água Termal e apresentam mais dois novos produtos
Uma investigadora, uma médica e uma nutricionista abordaram, na passada quarta-feira, os efeitos positivos da água termal flaviense na promoção da saúde e do bem-estar.
A iniciativa, que teve lugar na Buvete do Balneário Termal, contou com as presenças de Nuno Vaz, Presidente da Câmara Municipal, Maria José Alves, investigadora do Laboratório Colaborativo AquaValor, Rosa Ribeiro, Médica Hidrologista, Ana Bravo, Nutricionista e embaixadora das Termas.
O encontro promoveu uma reflexão sobre o papel da investigação e da inovação na valorização dos recursos endógenos, reforçando o posicionamento das Termas de Chaves como espaço de partilha, conhecimento e desenvolvimento científico.
Este foi também o momento escolhido para a apresentação de mais dois novos produtos dermocosméticos, formulados com água termal e desenvolvidos no âmbito do Projeto Piloto Inovador “Therm4Skin: Bem-Estar sem Pausa”, financiado pela Fundação “la Caixa”.
Os produtos— uma água micelar e um spray capilar — contêm 80% de água termal na sua composição, enriquecida com extratos de malva e pepino, com um índice de naturalidade acima dos 90%. Criados para responder às necessidades específicas da pele e do cabelo em fases de alteração hormonal, estes produtos vêm complementar a gama já existente, reforçando a aposta na valorização cosmética e científica deste recurso natural.
O autarca flaviense, na sua intervenção, evidenciou o papel da Água Termal como elemento distintivo da identidade local e motor de desenvolvimento da região. Reforçou a importância deste recurso como “um património que nos distingue e que contribui para o crescimento económico e científico do concelho”. Sublinhou, ainda, a relevância de fortalecer as parcerias científicas e de continuar a investir na valorização dos recursos naturais.
Este é um caminho que ganha expressão através de projetos como o Therm4Skin, liderado pela GEMC - Gestão de Equipamentos do Município e desenvolvido em parceria com o Laboratório Colaborativo AquaValor e o Centro de Biotecnologia e Química Fina da Universidade Católica Portuguesa.




