Conselho Municipal de Segurança faz balanço do presente ano
O Conselho Municipal de Segurança de Chaves reuniu, no passado dia 24 de novembro, para fazer um balanço do presente ano e preparar o seguinte.
Na referida reunião, presidida pelo Vereador João Neves, na qual estiveram presentes as diversas entidades que compõem este conselho, foi discutida a problemática da violência doméstica no concelho, um flagelo social que a autarquia está empenhada em combater. Recorde-se que o Regulamento do Regime de Acesso à Habitação Social prioriza a atribuição de habitação a estratos sociais desfavorecidos, muito particularmente a estas vítimas de violência doméstica.
Foram ainda apresentados os números da criminalidade e sinistralidade rodoviária no concelho, na área de influência da PSP e GNR, e da sua análise comparativa com anos anteriores concluiu-se que tem existido uma estabilidade, revelando assim que Chaves continua a ser um espaço seguro para se viver.
O Conselho Municipal identificou ainda algumas anomalias existentes no concelho, ao nível da localização de passadeiras, sinalização vertical, presença de contentores em zonas de baixa visibilidade, painéis luminosos publicitários e estado de conservação de vias, situações que melhoradas contribuirão, certamente, para a redução do número de acidentes rodoviários.
Foi ainda apresentada a atividade da Proteção Civil durante o presente ano, na qual se destacam os trabalhos de inventariação das bocas-de-incêndio, a caracterização dos edifícios na zona de cheia, o levantamento e georreferenciação do estado de conservação dos edifícios do centro histórico, a aquisição de Rádios Siresp, a limpeza das faixas de 10 metros ao longo das estradas e caminhos municipais, o acompanhamento das situações de maior risco, a distribuição de sal e a desobstrução da rede viária em episódios de neve e gelo, entre outras atividades.
Foram igualmente apresentados os dados referentes ao número de incêndios e área ardida no presente ano (202 incêndios florestais e uma área ardida de 1186 ha), o que comparativamente aos valores médios registados, no período de 1990 a 2014, revelam um decréscimo de 7% do número de ocorrências e de 23% da área ardida.




