Investigação sobre o “Quiosque do Arrabalde” marca apresentação do Nº 66 da Revista Aquae Flaviae
A Biblioteca Municipal acolheu, na passada quinta-feira, a mais recente edição do Grupo Cultural Aquae Flaviae, que apresentou no pequeno auditório a edição Nº66 da sua Revista, intitulada “Liceu de Chaves no Largo do Anjo”. Uma obra que inclui estudos diversificados de natureza patrimonial, natural e histórica da região, com a missão de desvendar e divulgar vivências e espaços emblemáticos do Alto Tâmega.
A sessão de lançamento da obra centrou-se na apresentação de um trabalho de investigação sobre o “Quiosque do Arrabalde” - um icónico local de encontro no homónimo Largo do Arrabalde, destinado à venda de jornais, revistas, tabaco e de tantos outros e variados materiais - fruto de um estudo de Isabel Costa, elemento que integra a Direção desta Associação Cultural, apresentada na primeira pessoa, numa narrativa afetiva, por ser bisneta do seu fundador, Francisco Morais.
A encerrar a apresentação deste novo número da revista, o Vice-Presidente da autarquia, Francisco Melo, teceu palavras de elogio ao trabalho, de longa data, desenvolvido pelo Grupo Cultural Aquae Flaviae, patente na publicação das suas revistas, constituindo o mais relevente repositório das memórias do Concelho, alcançando um valor insubestimável, e constituindo-se como uma mais valia para as gerações futuras. O autarca destacou ainda o valioso legado deixado pela família Morais, gente trabalhadora e dedicada à sua terra.
A obra agora apresentada, de âmbito pluritemático, abre novos horizontes para o conhecimento do Alto Tâmega, ao incluir temas como a “Mineração Romana do Ouro em Tresminas”, “Augusto Figueiredo Fernandes - Retalhos da Vida”, “O Quiosque do Arrabalde”, “Dez Grandes Numismatas de Chaves”, “João Rodrigues Cabrilho”, “A Guarda Fiscal e a Incursão em Chaves”, bem como trabalhos sobre figuras notáveis que muito contribuíram para o desenvolvimento da região flaviense e barrosã.




