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Secretária de Estado da Defesa Nacional explica em Chaves a importância das Forças Armadas

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05 Setembro 2019

No âmbito do Dia da Defesa Nacional

A Secretária de Estado da Defesa Nacional, Ana Santos Pinto, esteve em Chaves, ontem, no âmbito do Dia da Defesa Nacional, para explicar aos mais novos o papel primordial das Forças Armadas na Sociedade, bem como as suas principais funções.

O programa da visita iniciou no Museu da Região Flaviense, onde a Governante reuniu com cerca de meia centena de crianças e jovens. Numa conversa informal e num discurso claro e apelativo, tendo em conta o público alvo envolvido, Ana Santos Pinto falou sobre o papel dos três ramos das Forças Armadas - Exército, Marinha e Força Aérea - referindo, a título de exemplo, intervenções específicas de apoio às populações das três vertentes.

Em simultâneo, a Praça de Camões acolheu algumas demonstrações de meios do Exército, da Marinha e da Força Aérea, nas quais se incluíram uma torre de escalada, viaturas blindadas Pandur e um simulador de voo. A iniciativa pretendeu aproximar as Forças Armadas da população, apelando ao mesmo tempo à curiosidade dos jovens para a formação militar.

Para Ana Santos Pinto, o Dia da Defesa Nacional “é um dia de exercício de um direito de cidadania, um dia para apresentar as Forças Armadas, ao divulgar o que elas fazem pelo país, enquanto Defesa Nacional, bem como o que se pode seguir enquanto carreira profissional”. Este é um dia importante “de formação de cidadania individual e coletiva”, que permite aos cidadãos desenvolver melhor o seu papel na sociedade e ajuda a terem escolhas mais assertivas.

O Presidente da Câmara de Chaves justificou a escolha de Chaves para assinalar o Dia da Defesa Nacional pela relação de proximidade e entreajuda com as Forças Armadas, nomeadamente com o Exército, através do Regimento de Infantaria Nº19.

Nuno Vaz destaca a importância da relação das estruturas militares com os territórios, uma vez que há, no seu entender, um papel importante a desenvolver no apoio às populações. “Quer os militares, quer as autarquias locais têm uma atitude de serviço. Nós só existimos porque existem cidadãos e porque temos a missão de os servir, salientou o autarca.

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